quarta-feira, 14 de outubro de 2009

TC Urbes reúne parceiros para definir metas sobre a ciclovia na Marginal Pinheiros


Reunião antecedeu o encontro com representantes da CPTM na tarde desta quarta-feira

A revitalização da Marginal Pinheiros com uma ciclovia naquela região foi a pauta da reunião que ocorreu na noite desta terça-feira, 13 de outubro, entre a TC Urbes e alguns de seus parceiros. Do lado de fora do escritório o clima era frio e a garoa fina desestimulava as intenções, mas internamente, apesar do número pequeno de pessoas, a discussão era acalorada, o que empolgava ainda mais os envolvidos.

Analisando mapas e o fluxo de carros nas vias próximas à Marginal, foram levantados os principais problemas de mobilidade na área para que fosse preparado um discurso objetivo e conciso sobre o tema. Afinal, a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) recebe na tarde desta quarta, representantes da sociedade civil, entre eles a TC Urbes, para discutir a instalação da ciclovia que irá beirar os seus trilhos férreos.

A ideia de construir uma ciclovia na Marginal Pinheiros é antiga, mas nunca saiu do papel. Em 2005, o Governo do Estado sob o comando de Geraldo Alckmin, chegou a fazer um projeto, porém este nunca foi executado. Por essas e outras circunstâncias, a promessa da CPTM de construir um trecho de 14 km entre as estações Vila Olímpia e Autódromo em apenas quatro meses chama a atenção. Estamos mesmo perto de ver uma pista exclusiva para ciclistas na Marginal?

De acordo com Sérgio Avelleda, presidente da CPTM, a pista para bicicletas e pedestres terá no total 22 km, entre o parque Villa Lobos e as proximidades da estação Autódromo. Avelleda afirmou, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, que a segunda etapa do projeto será construída simultaneamente, mas não há uma data prevista para a entrega.

Além da própria CPTM, a Emae (empresa estadual de energia elétrica, que gerencia a Usina de Traição situada naquela área) e o arquiteto Ruy Otahke, que participa das discussões a convite da Associação das Águas Claras do rio Pinheiros (entidade formada por empresas instaladas na região), também participam do processo de planejamento e execução da obra.

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